terça-feira, 4 de novembro de 2014

Lírica

Peter Przybille


Foi um simples poemeto de amor no papel, singelezas.
Eu que queria estrelas, luas, festas de luz...um amor.
Levei meus olhos e sim, lavei meu corpo, minhas coxas...
Inteira de meus sentidos partilhados, cacos e poentes deixei.
Passei ao lado dele, tão antecipada, perfumada de flores,
Esquecida, terra nômade, a nua despejando solos, itinerários. E era uma sinfonia. Não o vi.

Patrícia Porto